
Um lugar pra falar sobre o que está atrapalhando
Às vezes é o cronograma que não fecha. Às vezes é alguma coisa de fora da escola que chegou junto e travou o semestre inteiro. O NAPI existe pra essas horas.
Liderado pela psicopedagoga Elaine de Moura, esse Núcleo de Apoio da Méliès é o setor de acolhimento ao aluno. A professora Elaine de Moura, psicopedagoga há mais de 20 anos e mestra em Educação, leva conversas individuais, começando por onde você quiser começar.

O que dá pra tratar numa conversa com a Elaine
Organização e método de estudo
Encontrar estratégias de aprendizagem que funcionem pro seu jeito de estudar. E montar um cronograma que cabe na semana: aulas ao vivo, trabalhos e prazos.
Apoio em situações específicas
TEA, TDAH e outras questões que afetam seu desempenho na Méliès. A Elaine ajuda a entender o que está acontecendo e a ajustar a jornada na Méliès a partir dali.
Como marcar uma conversa
- Mande uma mensagem pra Elaine de Moura pelo Teams.
- Ela entra em contato pra combinar um horário com você.
- Vocês conversam e decidem juntos o que fazer daí em diante.
Não precisa ter diagnóstico, laudo ou um problema grande pra procurar o núcleo. Aluno que só quer organizar melhor o semestre também é atendido
Não desista dos seus sonhos, converse
Se você está pensando em largar o curso por causa de alguma coisa que está acontecendo na sua vida, fale com a Elaine antes de decidir. Muita gente descobre nessa conversa que existe um ajuste possível: outro ritmo, outro cronograma, um caminho diferente pra atravessar o semestre.
A conversa não custa nada e pode mudar a vida acadêmica.
Depoimentos
“Fazer parte da Comunidade Méliès foi uma ótima escolha.
Sou mãe de estudante na modalidade EAD/Noturno.
Plenamente satisfeita com Equipe Pedagógica, e também com a Coordenação de Acessibilidade.
Meu filho está no espectro (TEA nível 1 de suporte) é atendido pela profa Elaine. Excelente profissional: competente, cuidadosa, atenta às questões pedagógicas legais, no que refere-se ao acompanhamento e construção de estratégias, que visam a promoção da autonomia, valorizando o potencial do estudante. Extremamente disponível, sensível e acolhedora.”
– Anônimo
“Quero agradecer a Elaine por todo apoio. Foi muito importante pra mim passar por essa etapa com esse suporte. Nos momentos mais difíceis, vc me acolheu, Elaine. Estará sempre no meu coração.”
– Anônimo
“Na metade do terceiro semestre do curso de design de Animação tive uma crise de depressão por problemas familiares que afetou meu trabalho, minha vida pessoal e, claro, a faculdade.
Fazer faculdade na Méliès era um sonho antigo, fiz o curso livre chamado Voyage em 2011 e sonhava em voltar para fazer uma graduação.
Esse sonho ficou distante com as questões de saúde mental que eu estava passando, o que me fez procurar ajuda da psicopedagoga da faculdade.
Elaine me ouviu, entendeu minhas necessidades, me orientou e me fez entender que a faculdade poderia ser uma aliada no meu processo de cura e não que seria um problema a mais, e foi o que aconteceu.
Tive um período extra para entregar as atividades enquanto me adaptava aos remédios e ao tratamento médico.
Consegui terminar o terceiro semestre sem nenhuma matéria em dependência.
Mas, no início do último semestre, tive uma nova crise que fez pensar em trancar a faculdade e postergar o termino curso.
Numa conversa com Elaine, no dia do meu aniversário em Janeiro, ela me mostrou opções, e me deu de presente uma nova perspectiva de como poderia ser o quarto semestre.
Me senti motivada a seguir com o curso e foi a melhor decisão que poderia ter tomado.
Novamente a faculdade foi aliada e, com o acompanhamento constante de Elaine, auxílio do coordenador e professores, consegui terminar o curso com excelentes notas e com meu sonhado curta entregue!
Agora aguardo o cinema e a colação de grau!
Queria reforçar que o trabalho da Elaine de me ouvir, me fazer enxergar que eu tinha opções e dar um atendimento de acordo com o que eu estava precisando foi fundamental para eu entender que eu iria conseguir vencer essa etapa e concluir a faculdade.
Eu senti que não era uma resposta genérica e que estava sendo ouvida de verdade. Fica aqui meu imenso carinho e agradecimento!”
– Anônimo